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Visita de estudo aos Açores - 11ºA

 Imagem sobre a viagem para o blog

 

No dia 7 de fevereiro de 2018, a turma A do 11° ano da escola Secundária Gil Eanes, teve a oportunidade de viajar até aos Açores, nomeadamente a ilha de São Miguel, para uma visita de estudo inspirada na Natureza e nos seus fenómenos vulcânicos que, de facto, têm um grande impacto na vida económica, social e cultural da ilha.
Nesta viagem, estiveram envolvidas as disciplinas de Biologia/Geologia e Filosofia. Os alunos envolvidos tiveram o privilégio de ser acompanhados com os respetivos professores de cada disciplina.
Esta visita de estudo teve a duração de 5 dias, onde alunos e professores tiveram as mais variadas aventuras e experiências.
 Foi possível visitar os pontos mais turísticos da ilha e conhecer de forma aprofundada a cultura e alguns costumes associados à sociedade açoriana de S. Miguel. Alguns destes pontos visitados e bem vivenciados foram: o emblemático Parque Terra Nostra com a sua ampla piscina de água quente, a atividade vulcânica da Lagoa das Furnas, a enigmática Lagoa do Fogo, envolta nas suas brumas (com uma longa e esforçada caminhada), a lendária e majestosa Lagoa das Sete Cidades, a Central Geotérmica da Ribeira Grande, o Observatório Vulcanológico e Geotérmico dos Açores, a plantação e fábrica centenária do saboroso Chá da Gorreana. E, por último, mas não menos importante, todo o centro histórico de São Miguel que alberga as Portas da Cidade, o Museu Carlos Machado, o Jardim Botânico e a Universidade dos Açores.
A turma envolvida nesta visita de estudo teve a oportunidade, não só de conhecer outra cultura e costumes, como também de conhecer de perto toda a geodinâmica interna e externa dos Açores, conteúdos outrora abordados na disciplina de Biologia e Geologia. Deste modo, a viagem a São Miguel teve um impacto positivo nos jovens envolvidos, quer a nível cultural e histórico, quer a nível educacional, porque permitiu consolidar e aplicar conhecimentos já adquiridos. Da mesma forma, contribuiu para desenvolver uma nova dinâmica na relação entre professores e alunos reforçando laços e permitindo um melhor conhecimento reciproco, o que foi muito gratificante.
 
Fabiana Portela
 

Sobre o autor

Helena Vieira é professora de Matemática, do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária Gil Eanes. É fundadora e coordenadora do 'Notícias do Gil' desde que o criou, em 2008. Leia Mais sobre o autor >>>

 

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Crónicas da Valéria - Fevereiro 2018

 crnica valria Fevereiro 2018 Imagem

 

Em comparação com o mês passado, estes 28 últimos dias passaram nem sequer a correr, mas até talvez de comboio. Ainda ontem, durante o almoço no qual me limitei a olhar para a parede de azulejos brancos e vazios da minha cozinha, enquanto comia a minha sandes com pressa de ir trabalhar, apercebi-me de que . . . faltam apenas, por alto, 3 meses para acabar mais um ano letivo? COMO ASSIM? Como assim já lá foram 6 meses desde que a escola começou em Setembro, como assim já lá vão 6 meses desde que entrei na escola, mais uma vez, após as férias de verão? Realmente, quando não o contamos, o tempo parece passar ainda mais depressa.
No meio disto tudo, encontrei-me fechada no meu quarto, num domingo, a procrastinar o estudo para um teste que tinha no dia a seguir. Na verdade, já todos passámos por isso, nem vou fingir o contrário. Pegava na caneta para escrever e, como de propósito, dava-me assim um surto de fome espontânea que me obrigava a ir de novo e de novo, e de novo até à despensa, abrindo a porta, vez após vez, na esperança de encontrar algo novo sempre que voltava a fazer a mesma viagem Quarto-Despensa-Quarto. Assim que chegava e me sentava à secretária para fazer resumos de matéria, tinha de me levantar outra vez, ou porque decidia tomar um duche ou porque o programa da televisão que estava ligada como “som de fundo” parecia muito mais atrativo que 4 páginas de exercícios sobre a Revolução Francesa. Isto e aquilo, para frente e para trás, bem que não acabei sentada no chão, decidida a arrumar e reorganizar TODAS as minhas gavetas e armários nos quais eu já não tocava há pelo menos uns 3 anos. Armada de 3 sacos do lixo e um pano para limpar o pó, ignorei completamente a figura de Napoleão Bonaparte na capa do manual, que me fitava com olhos de desdenho lá de cima da minha secretária… e pus-me ao trabalho.
1 hora e toneladas de tralha depois, avançava para a última gaveta; aquela que retinha jornais e livros antigos, papelada (maioritariamente inútil!) e algumas velhas fotografias dos tempos em que eu ainda não sabia sequer o que uma crónica era. E, qual não foi a minha cara quando mesmo lá do fundo retirei um livro vermelho, de capa dura e umas camadas de pó que já só diziam que este deveria ter, no mínimo, uns 30 anos de idade. Sentei-me em cima da minha cama e agarrei nos óculos. Cuidadosamente voltei a abrir o livro, que mais parecia uma enciclopédia só pelo quão pesado era, para encontrar, por entre as páginas gastas e descoloridas. . . .
Selos?
Selos de cartas, atrás de selos, atrás de selos e mais selos. Eram, no mínimo, uns 200. Eram selos coloridos, antiquados, e cuidadosamente ordenados por fileiras de acordo com o tipo de padrões que apresentavam, bem como o seu ano de criação e país. Encontrei de selos cubanos, a selos Mongóis e Vietnameses, por entre vários também da União Soviética, todos datados a pelo menos, 40 anos atrás. Achei, no mínimo, estranho. Nunca vi a minha família como colecionadora, muito menos de objetos aparentemente tão triviais, mas na verdade tão bonitos e delicados, que até o mais suave toque pode destruir. Eram objetos tão pequenos, mas que alimentariam os olhos de qualquer um. Por entre páginas e páginas de chancelas velhas, perdi por volta de 30 minutos, durante os quais limitava-me a apreciar os desenhos das flores, dos pardais, dos jaguares, dos canhões, e dos emblemas da USSR. Pode parecer algo insignificante, mas esta terá sido a descoberta que mais marcou o meu mês de fevereiro, no ano de 2018.
Sinceramente, nem consigo (pelo menos na minha opinião), descrever exatamente, ou pelo menos de uma maneira coesa, o porquê. Talvez seja o contacto com algo de um tempo tão distante, que quase nos faz experienciar o passado à flor da pele, mesmo que nunca o tenhamos, de facto, vivido. É estranho. Sinto alguma falta de palavras no meu vocabulário para descrever a sensação de inexplicável felicidade que me encheu o peito quando pude tocar numa relíquia, se assim o posso chamar. E pensar que, potencialmente num futuro próximo, a poderei deixar para os que vierem depois de mim. E, quem sabe, talvez esse alguém o transmita a outro alguém depois de si, e assim em diante. Talvez esse sentimento de inclusão na cadeia me faça sentir como “alguém”. Alguém que já viu estes selos, e que permitiu que esses fossem um dia vistos por outrem. A ideia de poder criar, ou pelo menos fazer parte da criação de um potencial conhecimento no futuro, sempre foi algo que me fascinou. Como aluna de história, acho incrível podermos estudar as civilizações antigas pelos vestígios que estas nos teriam deixado, mesmo sem se aperceber de tal, na maior parte dos casos pelo menos.
Em 300 anos, seremos nós, essas mesmas civilizações antigas. Não o posso prever, nem afirmar com precisão, contudo deixo a minha pequena humildade falar por si mesma e dizer que, um dia, seremos nós os objetos de estudo dos cientistas e historiadores do futuro, que se empenharão em estudar os nossos artefactos e vestígios que deixamos para trás, mesmo na forma das mais pequenas e delicadas coisas como selos de papel ou notas antigas.
Dito isto, pensem nesta realidade. Interiorizem o facto de que as vivências que tomamos hoje por garantidas e já, para nós, sem algum valor, serão um dia reacesas. (esperemos que sim, pelo menos) Preocupem-se em viver, mas em viver com significado, e criar história. Criem e desenvolvam as vossas paixões, por mais banais que as achem ser. Essas paixões poderão um dia, porventura, ser transformadas em obras de artes, imortalizadas no tempo ou até expostas numa vitrine de um museu. Penso que a felicidade que senti, quando achei aquele mesmo livro de capa vermelha, pode ser agora explicada pela simples comparação desse, com este mesmo texto que escrevo. Ambiciono para que, um dia, um adolescente se sente para arrumar o seu quarto e encontre esta mesma página, com esta exata crónica intitulada de “Fevereiro 2018”, gasta por entre tralha e poeira, e sinta o mesmo que eu senti, no dia em que preferi ignorar o manual de História pelo ato de descobrir e criar, eventualmente, história.
Texto de Valéria Tabacaru – 11ºC
 
Coordenação e revisão de texto – prof. Fernando Ildefonso

Sobre o autor

Helena Vieira é professora de Matemática, do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária Gil Eanes. É fundadora e coordenadora do 'Notícias do Gil' desde que o criou, em 2008. Leia Mais sobre o autor >>>

 

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Crónicas da Valéria - Março 2018

 crnica valria Maro 2018 Imagem

 

Um quarto de 2018. Já passou um quarto do ano!? É certamente um pouco bizarro quando se põe isto assim. Ou tenho uma noção muito má do tempo, ou então este passa ou demasiado rápido, ou demasiado devagar. Memórias de 2009 parecem memórias de 2017, e outras de 2016 parecem de 2005… está tudo trocado. Não sei se é apenas o meu cérebro e capacidade de memória que são, simplesmente, demasiado seletivas com as coisas das quais se querem lembrar ou esquecer mas, no meio disto tudo, perco-me no tempo do presente ao tentar organizar acontecimentos passados dentro da minha cabeça. Lembro-me daquela vez quando fui andar de barco e ver golfinhos com a minha família... foi em inícios de Setembro do ano passado, ou de há 2 anos? E aquela vez quando fizemos um jantar de turma à fogueira? Lembro-me perfeitamente, como se tivesse sido ontem. Mas na verdade, isso já aconteceu, mais ou menos, há… 4 anos!? É estranho. O tempo passa mesmo a correr. Lembro-me também de ouvir os meus pais, e pessoas mais idosas, sempre a dizer o mesmo, e eu nunca concordava com eles na altura. Para mim os dias, especialmente os passados na escola, passavam quase a rastejar. Os ponteiros do relógio quase que andavam para trás, e sempre que fechava os olhos para ver se fazia o tempo passar mais rapidamente acabava por abri-los literalmente 1 minuto depois, na esperança de ter “gasto” 20 minutos.
Parte disto tudo é verdade, mas não totalmente. Por exemplo, o dia passa muito devagar quando estamos, por exemplo, a trabalhar, num dia onde a clientela é pouca e a proatividade é, consequentemente, muito reduzida. Contudo, passa quase que num ápice quando temos de entregar um trabalho exatamente à meia noite, ou até quando estamos na companhia de pessoas, para estar com as quais um dia só não é suficiente. À exceção de alguns casos, concordo com essa expressão popular... pelo simples facto de que comecei a aperceber-me disso, na primeira pessoa, através de experiências concretas e reais. No outro dia, enquanto pesquisava as minhas universidades preferidas e fazia uma lista complexa das minhas preferências, ordenadas por ordem crescente, parei por um segundo. Pareceu quase surreal. Tenho agora 16 anos, quase 17. Ainda sou jovem, mas por outro lado quase adulta, no sentido “legal” da palavra. Como assim, já estou a começar o meu processo de candidatura!? Sou demasiado nova para isto, penso eu. Claro que toda esta situação é normal, sendo que para todos os jovens da minha idade (ou aproximadamente da minha idade, pelo menos) esta etapa nova da vida começa a formular-se neste preciso momento. Escolher uma área já desde tão cedo, quando ainda mal sabemos o que queremos fazer da nossa vida, e saber que teremos de a percorrer ao longo da nossa vida no futuro (ou pelo menos essa será a nossa opção inicial, um plano A); escolher uma universidade, muitas vezes longe de casa e de todos com quem nos relacionamos no preciso momento, tratar de um monte de papelada, investir dinheiro, arranjar trabalho, tirar carta, conseguir boas notas... etc, o processo parece quase infindável. Depois, pouco antes de partirmos para essa fase adulta da nossa vida (excluindo aqueles que decidem não prosseguir com os estudos superiores) somos confrontados com o facto de que, apesar de muitos dizerem que não, estaremos sozinhos durante algum tempo. Alguns mais que outros. É claro que temos sempre alguém com quem conversar, nem que seja apenas uma pessoa com a qual podemos ligar com apenas um clique no teclado do nosso smartphone. Mas, no sentido prático, os primeiros tempos serão sempre difíceis. Conheço pessoas que não sabem pôr uma máquina de lavar a roupa a trabalhar, ou que se alimentam à base de massa e arroz porque não têm jeito para lidar com carne e o próprio forno. “Mãe, como é que pago o IRS?” “Mãe, o que é uma conta a prazo?” “Mãe, acho que parti o micro-ondas…” “Ok mãe, prometo que é a última vez que te ligo hoje, mas por acaso não sabes se deixei aquela blusa azul aí em casa quando lá fui na semana passada?”
É cómico, não é? Podem dizer que não, mas estamos, até aqui, a viver com alguém conhecido (família, neste caso concreto) e temos, de certa forma, a nossa vida um pouco facilitada. Digam lá que não é bom chegarem a casa depois de um dia na escola e terem comida feita, ainda quente, em cima do fogão? Ou por vezes a roupa arrumada e a cama feita? É, sem dúvida alguma. Acho que nos habituamos a algo e quando esse algo desaparece sentimo-nos um pouco perdidos, abandonados até. Uns lidam com isso melhor do que outros, naturalmente.
No final de contas, esses dias aproximam-se cada vez mais rapidamente, por vezes até sinto que não os consigo acompanhar e fazer tudo o que há a fazer antes de chegar o “grande dia”. Sinto-me ansiosa, mas no bom sentido. Aguardo impacientemente pelo dia em que vou poder testar-me como um ser humano funcional por si só. Espero que corra tudo bem, claro. É um pouco hilariante dizer isto, mas espero pelos dias em que serei eu a fazer as minhas compras, a arrumar o meu pequeno quarto alugado, a ir buscar o meu correio, sair com os amigos de vez em quando para tomar café, apanhando-os à porta de casa no meu carrinho, humilde mas bom o suficiente para mim. Sei também que não será sempre fácil, como quando precisarei de ligar aos meus pais para saber como pago as minhas contas e me inscrevo para consultas e reuniões. Mas tudo isso vem com o tempo, muitas vezes sem nós sequer o percebermos… é um processo natural, mas o “ponto de viragem”, ou seja, os primeiros tempos, depois de mudarmos a nossa rotina, serão sempre empolgantes. Sempre gostei de ver e descobrir coisas novas, e sentir-me capaz de as fazer bem. Por agora, fico-me por esperar e aprender aos poucos o básico do que virá num futuro próximo.
Talvez seja só eu, mas sinto que preciso desta mudança, especialmente para me conhecer a mim própria… é basicamente um exercício de autoanálise, não é verdade? Acho que todos nós gostamos de perceber como funcionamos, como se fossemos um “sistema” complicado composto de emoções, ideias, experiências e memórias. É sempre bom entendermos como “operamos”, sendo que ter auto-perceção é sempre um passo em direção a uma vivência saudável, tanto psicologicamente como também num plano físico, sendo que um afeta outro e vice-versa. Esta fase é uma fase onde nos começamos a conhecer, olhando à nossa volta e tirando conclusões sobre quem somos. É nesta fase que iniciamos o processo de construção do nosso caráter, e da nossa forma de ser (excluindo aqueles traços com os quais já nascemos), e isso é realmente aliciante.
Quem sou eu afinal?
Texto de Valéria Tabacaru – 11ºC
Coordenação e revisão de texto – prof. Fernando Ildefonso

Sobre o autor

Helena Vieira é professora de Matemática, do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária Gil Eanes. É fundadora e coordenadora do 'Notícias do Gil' desde que o criou, em 2008. Leia Mais sobre o autor >>>

 

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Alunos do curso profissional de Indústria Alimentar, 10ºF, do Agrupamento de Escolas Gil Eanes, fazem pão e manteiga.

 Esta atividade foi realizada na disciplina de CQA (microbiologia) com as professoras  Margarida Agostinho e Vera Ferreira. Participaram na atividade os alunos:  Beatriz Dias, Caio Sousa, Filipa Gonçalves, João Ferreira, Pedro Vairinhos, Sorais Pereira, Henrique Fernandes, Adriana Caraculac.

 1 PocomManteiga Ab2018
Amassar não é para fracos.
2 PocomManteiga Ab2018
Sovar tem o seu segredo.
3 PocomManteiga Ab2018
Moldar os pães foi o máximo.
4 PocomManteiga Ab2018
Acabados de sair do forno…
10 PocomManteiga Ab2018
Tão quentinhos que a manteiga, feita por nós, mal caia no pão derretia.
8 PocomManteiga Ab2018
Professora Ana Albuquerque a representar um dos muitos participantes na prova de degustação.
9 PocomManteiga Ab2018
Eis aqui a única fotografia do pão com chouriça, feito por nós. Estava tão bom que não houve tempo para tirar fotos.

Sobre o autor

Helena Vieira é professora de Matemática, do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária Gil Eanes. É fundadora e coordenadora do 'Notícias do Gil' desde que o criou, em 2008. Leia Mais sobre o autor >>>

 

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Alunos do curso profissional de Indústria Alimentar, 10ºF, do Agrupamento de Escolas Gil Eanes, fazem scones.

 Esta atividade foi realizada na disciplina de CQA (microbiologia) com as professoras  Margarida Agostinho e Vera Ferreira. Participaram os alunos:  Beatriz Dias, Caio Sousa, Filipa Gonçalves, João Ferreira, Pedro Vairinhos, Sorais Pereira, Henrique Fernandes, Adriana Caraculac.

1

Amassar os scones

2

Os scones no forno… e um cheirinho

3

Bem quentinhos e com manteiga…

4

Não sobrou nem um!

Sobre o autor

Helena Vieira é professora de Matemática, do Quadro de Nomeação Definitiva da Escola Secundária Gil Eanes. É fundadora e coordenadora do 'Notícias do Gil' desde que o criou, em 2008. Leia Mais sobre o autor >>>

 

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Agrupamento de Escolas Gil Eanes, Lagos