Header h1 - Lorem Ipsum 1234
Header h2 - Lorem Ipsum 12345
Header h3 - Lorem ipsum dolor sit amet consectetur. Diam purus arcu aliquam sed sit arcu ut.
Header h4
Header h5
Header h6
paragraph - Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Fusce urna ipsum, blandit eu molestie eu, pretium ac tellus. Aliquam interdum scelerisque odio. Vivamus a semper libero. Vivamus et interdum lorem. In interdum urna eu metus pharetra, a venenatis nisi varius. Duis in hendrerit ipsum. Phasellus pharetra ac lorem nec finibus. Quisque pulvinar ipsum nisl, eu fringilla nisi pharetra vitae. Cras quis mauris a ipsum varius ullamcorper in a neque. Nullam mattis augue vitae faucibus pellentesque. Suspendisse rutrum dolor at vestibulum finibus. Cras vulputate est a sapien sagittis euismod vitae ac mauris. Nulla facilisi. Sed lorem mauris, hendrerit nec lectus et, consectetur auctor enim. Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Phasellus nec tortor quam. Etiam non mi metus. Sed quam magna, lobortis et urna et, bibendum convallis magna. Phasellus hendrerit in tortor et congue. Etiam ante leo, efficitur vitae ante sit amet, facilisis tempus dolor. Donec sed nibh quis nisi tristique lacinia. Sed iaculis tortor erat, sed hendrerit nulla hendrerit eget. Integer blandit, massa a varius tincidunt, tellus dolor tristique velit, vehicula viverra eros turpis quis erat. Fusce maximus quis justo non pretium. Nam lacinia facilisis mauris ut tincidunt. Vestibulum justo sem, lobortis eu tempus sed, sodales congue mi. In tellus mi, blandit in lacinia aliquet, tristique vel nulla. Aliquam erat volutpat. Sed eu mollis tortor, sollicitudin pretium tortor. Pellentesque habitant morbi tristique senectus et netus et malesuada fames ac turpis egestas. In at scelerisque lorem, in hendrerit massa.
1. Escola Industrial de Lagos: Origens
O Agrupamento de Escolas Gil Eanes tem por base um longo percurso histórico que remonta ao início do século passado, ou não fosse a Escola Secundária Gil Eanes a «herdeira» da antiga Escola Vitorino Nemésio, mais conhecida como Escola Industrial de Lagos.
Como nos diz José Pereira Mendes, na sua obra «História da Escola Secundária Gil Eanes» (1994), «coube a António Augusto Aguiar, ministro das Obras Públicas, Comércio e Indústria de um governo presidido por Fontes Pereira de Melo, dar um novo impulso ao ensino industrial, traduzido na criação das primeiras escolas de desenho exclusivamente industrial».
Ora uma dessas escolas, criada em 1884, era a Escola de Desenho Industrial Vitorino Nemésio, em Torres Novas, que funcionou normalmente durante os primeiros vinte anos de existência. Porém, em 1904, a então vila ribatejana, calcula-se que por falta de alunos, acabou por perder este polo de ensino que se deslocou para Lagos no ano seguinte, uma vez que a Lei definia que «as escolas que depois de três anos de exercício não tiverem em dois anos a frequência suficiente, serão suprimidas ou transferidas para localidades onde possam ser mais proveitosas».
A razão dessa transferência para Lagos muito se deve a um ilustre lacobrigense, de seu nome Joaquim Tello, à época responsável pela Repartição do Ensino Industrial e Comercial do reino, muito provavelmente baseado no facto da cidade se ter transformado num enorme centro da indústria conserveira da região.
Assim, a 4 de julho de 1905, por decreto real, a Escola Vitorino Nemésio acabou por ser oficialmente estabelecida em Lagos, sendo que a 20 de setembro era nomeado o seu primeiro diretor: João Maria Falcão Trigoso.
Poucos meses depois, a 3 de janeiro de 1906, o Município de Lagos cedeu um terreno em sua posse na zona do «Convento das Freiras» para a instalação deste polo de ensino e das «oficinas que viesse a ter», sendo que dois anos depois, em 1908, o Ministério autorizou a instalação da oficina de lavores femininos, ficando para mais tarde (1911) a instalação da oficina de trabalhos em madeira.
2. Primeira República e Estado Novo

Ao longo das primeiras sete décadas do século XX, no período compreendido entre a primeira república e o Estado Novo, a Escola Industrial de Lagos foi um pilar decisivo no desenvolvimento pedagógico das gentes da região.
Com o advento da primeira guerra mundial (1914-1918), a indústria em Lagos teve um crescimento muito acentuado, sobretudo na área das conservas uma vez que eram muito utilizadas para a alimentação dos soldados na linha da frente. Além da indústria conserveira, também outras industrias, como a cortiça, foram ganhando peso na região, algo que se revelaria vital para o sucesso da escola.
Apesar de, com o fim da guerra, a indústria conserveira ter entrado em recessão, a chegada da linha de caminho de ferro a Lagos foi importante para a consolidação da malha industrial da cidade e, por conseguinte, também para a Escola, único polo de formação técnico-profissional daquilo que hoje conhecemos como as “Terras do Infante”.
Porém, se, com a primeira república, o país assistiu a um reforço do investimento na Educação, a chegada do Estado Novo, muito por culpa da grande depressão de 1929, viria a produzir um caminho inverso, com a redução do número de professores decretada por António Oliveira Salazar em 1929, quando era ainda apenas ministro das Finanças.
Ao longo dos 48 anos de ditadura, o Ensino Profissional foi, gradualmente, sendo cada vez mais visto como parente pobre da Educação, como se pode atestar por uma entrevista dada pelo diretor da Escola, Joaquim Costa Ferreira, logo em 1933, ao já extinto “Jornal de Lagos”: «Existe um preconceito que impede os chefes de família mandarem os seus filhos para uma oficina escolar, como se fosse um lugar pernicioso ou indigno», como refere José Pereira Mendes na sua obra já citada anteriormente.
Porém, se por um lado o Estado Novo colocava os patamares mais altos do ensino numa redoma em que só uma elite tinha acesso, por outro fazia um enorme investimento na alfabetização da população, facto consumado nas milhares de escolas do ensino básico construídas após a II Guerra Mundial. É precisamente nessa leva de escolas que nascem três equipamentos escolares que ainda hoje fazem parte do nosso agrupamento, em Bensafrim e Odiáxere, escolas que haveriam de ser totalmente transformadas no início do século XXI mas que ainda preservam os traços arquitetónicos típicos dessa época.
Regressando ao ensino industrial, já em 1945, com o advento da famosa fábrica de conservas “Algarve Exportador”, foi dada uma nova vida à indústria da cidade que vinha perdendo peso para Portimão (onde seria localizado o Liceu Municipal Infante de Sagres que Lagos, ao contrário do que os lacobrigenses defendiam), surgiu a necessidade de criar o curso de serralharia, sendo que nesse mesmo ano foi também criada a primeira cantina da escola.
Três anos depois, em 1948, a Escola mudou de nome, passando a denominar-se Escola Industrial e Comercial de Lagos, ganhando crescentemente importância entre a população jovem da região, sendo que, para se ter uma ideia, em 1952 havia já 225 alunos inscritos.
Ainda nos anos 50, de destacar a entrada na escola de um professor muito especial: José Afonso. O homem que viria a dar voz à senha da revolução de abril, natural de Aveiro, tinha vindo viver para Lagos com apenas 28 anos de idade e, a título de curiosidade, vivia na Pensão Caravela.
No final dessa década, arrancam os cursos de montador eletricista e serralharia, sendo que em 1960 a escola tinha já 359 alunos inscritos, 19 professores e 7 mestres que ministravam os cursos de montador eletricista, serralheiro, carpinteiro, aprendizagem de comércio, costura e bordados, beneficiando já das obras de expansão e requalificação do edificado que aconteceram em 1956 e 1957.
Até ao 25 de abril, e apesar do trabalho desenvolvido pelo então ministro da Educação, Veiga Simão, em plena “primavera marcelista”, a Escola manteve-se em funcionamento com instalações cada vez mais precárias, carecendo de obras urgentes, sendo que no ano escolar de 73/74 tinha já meio milhar de alunos inscritos, sendo na altura denominada como “Escola Secundária Polivalente de Lagos”.
3. Do 25 de Abril à mudança de milénio
4. Século XXI
Text Header h1
Text Header h2
Text Header h3
Text Header h4
Text Header h5
Text Header h6
Text paragraph with text based link
- Item da lista #1
- Item da lista #2
- Item da lista #3
Image Accordion #1
Image Accordion Content Goes Here! Click edit button to change this text.
Image Accordion #2
Image Accordion Content Goes Here! Click edit button to change this text.
Image Accordion #3
Image Accordion Content Goes Here! Click edit button to change this text.
Image Accordion #4
Image Accordion Content Goes Here! Click edit button to change this text.
Últimas notícias do nosso agrupamento
Últimas notícias do nosso agrupamento
Estão abertas as inscrições para o próximo workshop: Criaturas Imaginárias em Cerâmica - oficina com Aleksandra Fluda Neste workshop vamos inspirar-nos nas várias criaturas imaginárias...
Estas são imagens da oficina Aguarelas da Terra, que foi orientada pela Eduarda Silva e decorreu no mês passado. Este mês teremos um novo workshop,...
Temos mais uma serigrafia quase a esgotar: já só temos 1 exemplar disponível deste poster da autoria da Nora Lladó Margenat. Depois não digam que...
Prestes a esgotar: já só temos 1 exemplar disponível desta serigrafia da autoria da Joana Torgal. Quem não se apressar corre o risco de se...
- Ensino Secundário
- 2.º e 3.º Ciclo
- Tab Title 3